O nubank continua, e o futuro é roxo

O nubank continua, e o futuro é roxo

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Para quem ficou por fora do assunto ontem o Nubank publicou uma nota falando sobre o caso que gerou muitos comentários na rede nos últimos dias, o Banco Central previa aderir a uma medida para alterar o tempo de repasse dos cartões de crédito aos lojistas que atualmente é de trinta dias para dois dias apenas, esta mudança do prazo faria com que novas empresas no mercado financeiro as “fintechs” como Nubank ou Digio, fossem obrigadas as fechar as portas e apagar as luzes como confirmou Cristina Junqueira do Nubank

Atualmente, os lojistas devem repassar 5% do valor da compra no cartão. Desses, 1,5% vai para o Nubank (sua receita) e o restante para o adquirente (Cielo, Rede, etc.) e para a própria bandeira (como Visa e MasterCard).

Cristina explica que se o prazo se tornasse de dois dias, o Nubank teria que pagar o adquirente antes dele próprio receber através do pagamento da fatura por parte do cliente.

A situação é tanta que, mesmo que se o prazo fosse reduzido para 15 dias, a cofundadora diz que do dia para a noite, o Nubank precisaria de quase R$ 1 bilhão de capital adicional para conseguir funcionar, o que ela vê como inviável no curto prazo.

“E, mesmo que os outros bancos emprestassem o dinheiro, eu não tenho margem para pagar o custo mensal da dívida. Hoje, meu custo de capital é bem mais alto que 1,5%.”

Outro ponto citado na nota oficial do Nubank também mostra que a medida do Banco Central poderia reduzir o prazo porém aumentar as taxas.

“Apesar de entendermos a situação dos lojistas, especialmente no cenário recessivo do país, seria ingênuo imaginar que o custo desse capital não seria facilmente repassado para os próprios lojistas e consumidores através do aumento de outras tarifas e juros.” 

O que você acha sobre o caso? deixei sua opinião ai nos comentários.

#sounu – O furuto é roxo

fonte: Nubank

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